terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Il Postino


Noite dessas, 3h da manhã, o sono disse: tchauzinho, (não me espere que volto tarde), tive então uma súbita vontade de assistir pela 4º vez o filme Il Postino; legal, nunca me canso de rever os filmes de que mais gosto, eles sempre chegam de uma maneira diferente a cada vez que olho.
Dessa vez certo que foi especial, principalmente porque nos "extras"(eu sempre gosto de olhar o material extra dos filmes), descobri que o ator fez o filme já doente, muitas vezes seu rosto era banhado em suor - detalhe de sua enfermidade.
A poesia é a marca maior do filme - uma linguagem que transforma quem escuta, uma linguagem que desconstroi para criar novos significados, ao ponto de conquistar o amor de uma mulher que se inflama apenas em ouvir versos soltos que pertecem àqueles que têm a sensibilidade a flor da derme! Lindo!
Voltei a dormir lá pelas 6 da manhã, junto ao livro de Pablo Neruda, presente do Dan para mim.

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